domingo, 19 de fevereiro de 2012

Ilha Grande - Dia 1

Ah, as férias!!! Nada como fugir p'ra este pedacinho de paraíso que (ainda) é a Ilha Grande (consulte tb este site aqui)! Ficamos de 14 a 17 de fevereiro, na semana anterior ao Carnaval. A Ilha estava povoada de gringos, parecíamos as únicas pessoas que falavam em português. Ainda bem que escolhemos esta semana, pois quando fomos embora, na sexta-feira à noite, o paraíso já estava com lotação infernal!

Então vamos às memórias anexas e compartilhadas!



O primeiro dia envolve preparação, então segue a lista do que TEM QUE TER NA MALA:

*Dinheiro. Ilha Grande não tem banco nem caixa eletrônicos. Hoje em dia até que vários estabelecimentos aceitam cartão, porém muitos não aceitam, e há muito o que comprar na rua, também, com vendedores locais em barraquinhas ou ambulantes, além dos passeios de barco, que muitas vezes não aceitam cartão.
*Protetor solar e hidratante. O sol não tá de brincadeira, e ninguém quer a pele envelhecida precocemente, certo? ;)
*Repelente. Afinal, a gente que é convidado da Natureza lá. E então co-habitamos com insetos!
*Tênis e meias, se quiser fazer trilhas. E eu recomendo!
*Máquina fotográfica, pilhas ou bateria extras e repectivos carregadores. A energia é 127 V.
*Biquini. Não precisa levar muita roupa, pois lá se passa o dia inteiro de biquini. É bom levar mais que um par de biquinis.
*Canga. P'ra praia e p'ro mato.
*Chapéu de praia tb é uma boa!

Envolve também a preocupação de chegar efetivamente ao destino. Poderíamos ir por Angra dos Reis ou Mangaratiba, e pegar a barca da Cia Barcas S/A com horários limitados, e mais ou menos 2h de travessia (apesa deles anunciarem 80 minutos), ou pegarmos uma escuna em Conceição do Jacareí (distrito de Mangaratiba) e pagar pouco mais que o dobro do preço (R$15 por pessoa), ter opções de horário e atravessar em 45 minutos. A segunda opção nos soou melhor, pois os horários da Barcas S/A não valiam a pena. Ah! Importante: os três locais têm estacionamento. A média da a diária/pernoite é de R$20 por carro.


Bagagem no barco, e lá vamos nós!


Chegamos em Ilha Grande já de tarde, umas 15h.


Mas como era horário de verão, ainda dava para aproveitar uma praia. Logo na chegada há uma placa indicando as trilhas oficiais de Ilha Grande (para mais detalhes sobre cada trecho, clique aqui).



 Pegamos a trilha 1 (T1) e fomos para a Praia Preta, a mais pertinho. No caminho, olha que natureza linda e tãããoo diversificada!

Com árvores de tronco branquinho, branquinho...


... bambuzais...
 ...vistas belas...




 ... "flô"zinhas...


 
... e Ipê Roxo em toda a paisagem de Ilha Grande. Sempre que tinha uma montanha, tinha um Ipê p'ra fazer a diferença!



Em 15 minutos, chegamos na praia. Que é Preta mesmo! =)



Pós praia, muita fome e cansaço. Resolvemos petiscar, mesmo, para chegar em casa sem ter que fazer comida. Então ficamos no bar mais óbvio da vila, o Bardjeco, que fica na Rua da Praia, s/n. Fomos muito bem atendidas (aliás, não só ali, mas em todos os lugares da Iha), e o garçom deu "graças a Deus por finalmente ter clientes brasileiras, e assim não teria que enrolar a lingua pra falar" (sic).

O lugar é pequeno, com decoração simples e cara de barzinho.

 O que não importa muito, pois todos sentam nas mesas que ficam na rua.

Ainda mais que fica na beira da praia (o que na Ilha não fica, né? rs). E com este calor... ô! Que beleza!


O preço local é quase padronizado, com excessão de uns restaurantes mais arrumados/arrojados, que ficam na Praia do Canto, ainda em Abraão (fomos neles no dia 2). Pedimos uma porção de bolinhos de bacalhau (R$ 20 com 10 bolinhos), uma coca-zero (R$ 5), um suco de abacaxi (R$ 5) e uma cerveja (Itaipava, R$ 6. Valeria ter pedido a Bohemia, a R$ 7). Os bolinhos estavam muito bem temperados. O suco me decepcionou um pouco, pois esperava que fosse da fruta, mesmo, e não daquelas poupas congeladas.

 Agora, o tchan mesmo foi a pimenta!! Delícia! Não esqueça de experimentar!



Para sobremesa, as meninas comeram um doce (R$ 5, a fatia de torta) desse carrinho de rua que é pura tentação!


Logo depois percebemos que o petisco não foi suficiente. E ficamos com vontade de comer um crepe. Tinha muitas creperias, e uma bem linda na rua da praia. Mas acabamos comendo em um lugar menorzinho, menos pomposo, na rua de trás Getúlio Vargas. Chama-se Creperia Mar de Lopes, e fica na esquina da rua. O preço era o mesmo da outra que fica na rua da frente da praia (R$ 15 cada crepe), mas tinha muuuuuiiiito mais opção de sabores. 22 salgados e 10 doces. Muito bom! Como usual, fomos muito bem atendidas, com direito a repelente para espantar os mosquitos.


No caminho, vimos vários restaurantes - cada um mais fofo que o outro - que carinhosamente apelidamos de "baladjenha". Hoje estávamos muito cansadas. Mas partiu baladjenha amanhã?? ;)






segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

Receitas de Estrogonofe de Frango (ao açafrão)

Mais complexa:

*Cozinhar peito de frango com osso em água com folhas de louro, pimenta do reino preta (pode ser em grão levemente socado), pimenta calabresa, sal, açafrão, dentes de alho levemente amassados.

*Retirar o frango do caldo, reservar o caldo, desossar o frango e cortá-lo em cubos.
*Dourar cebola e alho (Dica: espere o alho dourar para colocar a cebola, pois ela solta água, o que impede o alho de dourar se colocar junto).
*Refogar o frango no alho e na cebola.
*Acrescentar mais açafrão, se necessário.
*Ajustar o sal e a pimenta.
*Acrescentar um pouco do caldo cozimento do frango. Acrescentar cogumelos do tipo champignon. Esperar ferver.
*Acrescentar creme de leite (Dica: recomendo o em caixa, pois o de lata tem um sabor mais adocicado). Não dexar ferver, para manter melhor consistência.


Mais simples, e igualmente suculenta:


*Cortar filezinhos de frango (sassami) em cubos, e temperá-los com limão, alho, sal, pimentas do reino branca e preta moídas. Deixar pegar tempero por 15 a 20 min.
*Dourar cebola (lembrando que o frango já está com alho).
*Acrescentar o frango e o açafrão. Fritar o frango na cebola até começar a dourar.
*Acrescentar água e cogumelos champignon, e deixar ferver
*Acrescentar creme de leite.



Acompanhamentos: arroz branco e batata palha.
*Acho interessante substituir a batata paha por batata frita, cortada em cubinhos bem pequenos (0,5cm). Ou ainda batatas coradas (cozidas e fritas, porém em cubos maiores, de 2cm). Fica mais saudável.
*Para a opção mais simples, que não leva louro como tempero do frango, pode-se refogar o arroz no alho e no louro, mantendo as folhas de louro durante o cozimento. Fica uma delícia! E esse arroz tb vai muito bem com peixes brancos.


Beijoss! E divirta-se!

domingo, 12 de fevereiro de 2012

Estraga quem??? Coitado do Onofre!

Hoje resolvi fazer um estrogonofe. Strogonoff? Strogonofe? Strogonov?
Mas eu estava com muita vontade de fazer e comer uma receita que aprendi que a base do prato de frango é o açafrão.

Depois de pronto e devidamente saboreado (Hummm!...), uma curiosidade surgiu.
Qual será a origem do estrogonofe? Será que ele foi inventado nas opções "frango" ou "carne" mesmo? Será que a base original é o molho de tomate, ou qualquer outra coisa?
Lembrei de algumas histórias que amigas me contaram, que não necessariamente são coerentes entre si.

1 - O jeito "certo" de fazer estrogonofe de frango é com açafrão. Se for com molho de tomate, é só frango ensopado ao creme!

2 - O melhor corte para o estrogonofe de carne é o filé mignon. Qualquer outro corte é imitação barata desta comida que deveria ser de requinte.

3 - Originalmente, o estrogonofe - como diversas comidas atuais - era uma comida barata e "de restos". Cozinhava-se uma carne com corte de 2ª no leite, para que ela ficasse mais macia, e comia-a neste molho mesmo, que o cozimento produzia. [Nada de molho de tomate!]

4 - É francês.

5 - É russo!

A pesquisa na internet tampouco ofereceu-me resultado. Apesar que a maioria dos sites afirma que é, sim, Russo. Mas pode ter partido de um cozinheiro russo na Guerra e um general que se chamava Strogonov que o apreciava muito; ou foi um chefe francês que cozinhou para a família russa Novogorod; ou ainda foi uma baronesa da família Stragonoff a inventora. Enfim... Resolvi aceitar que desta vez o Deus Google desta vez não me deu uma resposta, e apenas relaxar e curtir meu almoço de domingo!


Beijoss!

PS: O título deste post refere-se a uma lembrança da infância, de uma animada história em quadrinhos da Turma da Mônica que eu não consegui mais achar! =(