Então vamos às memórias anexas e compartilhadas!
O primeiro dia envolve preparação, então segue a lista do que TEM QUE TER NA MALA:
*Dinheiro. Ilha Grande não tem banco nem caixa eletrônicos. Hoje em dia até que vários estabelecimentos aceitam cartão, porém muitos não aceitam, e há muito o que comprar na rua, também, com vendedores locais em barraquinhas ou ambulantes, além dos passeios de barco, que muitas vezes não aceitam cartão.
*Protetor solar e hidratante. O sol não tá de brincadeira, e ninguém quer a pele envelhecida precocemente, certo? ;)
*Repelente. Afinal, a gente que é convidado da Natureza lá. E então co-habitamos com insetos!
*Tênis e meias, se quiser fazer trilhas. E eu recomendo!
*Máquina fotográfica, pilhas ou bateria extras e repectivos carregadores. A energia é 127 V.
*Biquini. Não precisa levar muita roupa, pois lá se passa o dia inteiro de biquini. É bom levar mais que um par de biquinis.
*Canga. P'ra praia e p'ro mato.
*Chapéu de praia tb é uma boa!
Envolve também a preocupação de chegar efetivamente ao destino. Poderíamos ir por Angra dos Reis ou Mangaratiba, e pegar a barca da Cia Barcas S/A com horários limitados, e mais ou menos 2h de travessia (apesa deles anunciarem 80 minutos), ou pegarmos uma escuna em Conceição do Jacareí (distrito de Mangaratiba) e pagar pouco mais que o dobro do preço (R$15 por pessoa), ter opções de horário e atravessar em 45 minutos. A segunda opção nos soou melhor, pois os horários da Barcas S/A não valiam a pena. Ah! Importante: os três locais têm estacionamento. A média da a diária/pernoite é de R$20 por carro.
Bagagem no barco, e lá vamos nós!
Chegamos em Ilha Grande já de tarde, umas 15h.
Mas como era horário de verão, ainda dava para aproveitar uma praia. Logo na chegada há uma placa indicando as trilhas oficiais de Ilha Grande (para mais detalhes sobre cada trecho, clique aqui).
Pegamos a trilha 1 (T1) e fomos para a Praia Preta, a mais pertinho. No caminho, olha que natureza linda e tãããoo diversificada!
Com árvores de tronco branquinho, branquinho...
... bambuzais...
...vistas belas...
... "flô"zinhas...
... e Ipê Roxo em toda a paisagem de Ilha Grande. Sempre que tinha uma montanha, tinha um Ipê p'ra fazer a diferença!
Em 15 minutos, chegamos na praia. Que é Preta mesmo! =)
Pós praia, muita fome e cansaço. Resolvemos petiscar, mesmo, para chegar em casa sem ter que fazer comida. Então ficamos no bar mais óbvio da vila, o Bardjeco, que fica na Rua da Praia, s/n. Fomos muito bem atendidas (aliás, não só ali, mas em todos os lugares da Iha), e o garçom deu "graças a Deus por finalmente ter clientes brasileiras, e assim não teria que enrolar a lingua pra falar" (sic).
O lugar é pequeno, com decoração simples e cara de barzinho.
O que não importa muito, pois todos sentam nas mesas que ficam na rua.
Ainda mais que fica na beira da praia (o que na Ilha não fica, né? rs). E com este calor... ô! Que beleza!
O preço local é quase padronizado, com excessão de uns restaurantes mais arrumados/arrojados, que ficam na Praia do Canto, ainda em Abraão (fomos neles no dia 2). Pedimos uma porção de bolinhos de bacalhau (R$ 20 com 10 bolinhos), uma coca-zero (R$ 5), um suco de abacaxi (R$ 5) e uma cerveja (Itaipava, R$ 6. Valeria ter pedido a Bohemia, a R$ 7). Os bolinhos estavam muito bem temperados. O suco me decepcionou um pouco, pois esperava que fosse da fruta, mesmo, e não daquelas poupas congeladas.
Agora, o tchan mesmo foi a pimenta!! Delícia! Não esqueça de experimentar!
Para sobremesa, as meninas comeram um doce (R$ 5, a fatia de torta) desse carrinho de rua que é pura tentação!
Logo depois percebemos que o petisco não foi suficiente. E ficamos com vontade de comer um crepe. Tinha muitas creperias, e uma bem linda na rua da praia. Mas acabamos comendo em um lugar menorzinho, menos pomposo, na rua
No caminho, vimos vários restaurantes - cada um mais fofo que o outro - que carinhosamente apelidamos de "baladjenha". Hoje estávamos muito cansadas. Mas partiu baladjenha amanhã?? ;)
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